<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7660929060394649975</id><updated>2011-04-21T15:10:09.805-07:00</updated><category term='NAL'/><category term='TGV'/><category term='Luís Leite Pinto'/><category term='Tejo'/><category term='lisboa'/><category term='Alcochete'/><category term='interesse nacional'/><category term='António Brotas'/><category term='travessia'/><title type='text'>Terceria Travessia</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Terceira Travessia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18417861864639491499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>10</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7660929060394649975.post-8992049489769842645</id><published>2008-06-25T13:35:00.001-07:00</published><updated>2008-06-25T13:35:52.590-07:00</updated><title type='text'>AS GRANDES OBRAS PÚBLICAS, por António Brotas</title><content type='html'>À especial atenção do Ministro Mário Lino e da Doutora Manuela Ferreira Leite  Presidente do PSD&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;div bgcolor="#ffffff"&gt; &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;As grandes obras públicas dos  próximos anos serão provavelmente decididas pelo PS, ou pelo PS em conjunto com  o PSD.&amp;nbsp; Os outros partidos PCP, Bloco, CDS e &amp;quot;Verdes&amp;quot; poderão ter um papel  muito importante se, com antecedência, forem capazes de apresentar propostas  que&amp;nbsp; a comunidade considere serem as melhores e, consequentemente, os dois  referidos partidos aceitem.&amp;nbsp; E, ainda, se com algumas críticas contundentes  e precisas contribuirem para por rapidamente de lado algumas propostas  descabidas que vemos anunciadas. &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;As dificuldades financeiras em que o país se  encontra vão obrigar-nos a ponderar muito seriamente as decisões a tomar. Com  este texto, em que vou referir 7 problemas que temos na frente,&amp;nbsp; pretendo  mostrar que, com um debate amplo e aberto, podemos ainda chegar a soluções  consensuais que sejam as melhores para o&amp;nbsp; país.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;1- O novo aeroporto.&amp;nbsp; O NAL – Novo Aeroporto de Lisboa,&amp;nbsp; deve ser  encarado como uma futura fonte de riqueza.&amp;nbsp; Poucos paises terão o  privilégio de estar&amp;nbsp; na intercepção de grandes rotas aéreas internacionais  e ter, simultaneamente, uma área plana disponivel e tão propícia como a de  Alcochete para fazer um grande aeroporto ( e, adicionalmente, propriedade do  Estado) .&amp;nbsp; Temos, desde o início,&amp;nbsp; de ter uma visão do futuro impacto  e um plano de conjunto do NAL, incluindo dos&amp;nbsp; seus acessos, mas a sua  construção deve ser&amp;nbsp; faseada.&amp;nbsp; Devemos começar por fazer uma torre de  controle muito bem dimensionada e uma só pista com a largura de 60 m para poder  receber todos os futuros aviões. Podemos, assim, assegurar, desde logo, trabalho  para as empresas de construção civil. O&amp;nbsp; finaciamento dos&amp;nbsp; futuros  desenvolvimentos do aeroporto devem, depois,&amp;nbsp; ser progressivamentre  negociados com as companhias aéreas e outras empresas interessadas na sua  exploração. (Se tivermos uma gestão capaz, quatro ou cinco anos depois de  iniciadas as obras podemos ter nele aviões a aterrar, tal como no aeroporto que  está a ser construido em Espanha, em Cidade Real, cujas obras devemos  acompanhar.)&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;2- A linha de Caia (Badajoz) ao Poceirão.&amp;nbsp; Esta linha, cuja construção  foi agora decidida, é fundamentalíssima para a nossa economia porque vai&amp;nbsp;  ligar a&amp;nbsp; plataforma logística do Poceirão&amp;nbsp; à rede&amp;nbsp; europeia de  bitola &amp;quot;standard&amp;quot;, permitindo assim&amp;nbsp; o transporte internacional por  ferrovia das&amp;nbsp; nossas mercadorias. Mas ela tem&amp;nbsp; outras&amp;nbsp; duas  funções. Com um acrescento de cerca de 12 km, do Poceirão ao Pinhal Novo, onde  há uma estação da FERTAGUS,&amp;nbsp;&amp;nbsp; vai permitir aos portugueses  habituarem-se&amp;nbsp; de novo a deslocar-se de comboio de Lisboa para o  Alentejo.&amp;nbsp; Uma&amp;nbsp; terceira função, no imediato, de todas, talvez,&amp;nbsp;  a menos importante, é a de servir para os comboios TGV para Madrid,&amp;nbsp; que  com o acrescento&amp;nbsp; atrás referido, poderão chegar a curto prazo ao Pinhal  Novo, que é uma estação na Área Metropolitana de  Lisboa.&lt;br&gt;Há outros projectos de caminhos de  ferro no Alentejo que parecem francamente errados e que têm de ser repensados,  mas temos tempo para isso.&amp;nbsp; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;3- A travessia ferroviária do Tejo. Não temos que tomar uma decisão  urgente sobre este assunto. A nova travessia só começará&amp;nbsp; a ser  verdadeiramente necessária quando o novo aeroporto estiver em pleno  funcionamento. Temos tempo para estudar seriamente o problema.&amp;nbsp;  &lt;br&gt;As duas soluções&amp;nbsp; de que mais&amp;nbsp; se  tem falado, as travessias nas&amp;nbsp; direcções do Barreiro e do Montijo, são  obras com impactos ambientais ainda não&amp;nbsp; avaliados e com problemas ainda  não resolvidos,&amp;nbsp; que exigem, em ambos os casos,&amp;nbsp; investimentos muito  grandes&amp;nbsp; concentrados na região de Lisboa.&amp;nbsp;  &lt;br&gt;Há&amp;nbsp; outras possiveis soluções mais baratas e  faceis de construir,&amp;nbsp; que nos permitem&amp;nbsp; ter uma&amp;nbsp; rede ferroviária  melhor e mais operacional e que o Ministério não considerou até agora.&amp;nbsp; Uma  delas delas é a da travessia entre Alverca e Alhandra na direcção do Porto Alto,  por ponte ou tunel. Desde o Ministro António Mexia que tenho insistido com o  Ministério para mandar estudar esta solução. Uma outra,&amp;nbsp; apresentada, pelo  Engenheiro Cabral da Silva,&amp;nbsp; é a da travessia por&amp;nbsp; tunel um pouco a  Sul de Alverca.&amp;nbsp; Nestas duas soluções, os futuros comboios de bitola  europeia para Badajoz, para o Porto, e os &amp;quot;shuttles&amp;quot; para o aeroporto, poderão  utilizar , à saida de Lisboa,&amp;nbsp; duas das actuais quatro vias de bitola  ibérica depois de mudadas para a bitola &amp;quot;standard&amp;quot;. Estas soluções são, assim  francamente baratas. O problema é o de se saber&amp;nbsp; são compativeis com a  proteção da Reserva Natural do Tejo. Penso que sim, mas é um assunto em que o  Ministério do Ambiente tem uma palavra a dizer.&amp;nbsp;  &lt;br&gt;Penso que deve também ser pedido aos&amp;nbsp;  movimentos ambientalistas para estudarem o problema e dizerem quais, de todos as  soluções consideradas, as que&amp;nbsp;&amp;nbsp; lhes parecem do ponto de vista  ambiental preferiveis.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;4- A linha de bitola europeia (vulgo TGV) para o Porto. A construção  desta linha pode (e deve) ser remetida para bastante mais tarde.&amp;nbsp; Quando  estiver pronta permitirá o trânsito de comboios TGV entre as duas cidades, mas  deverá também servir para o trânsito de mercadorias e para o trânsito local.  Para isso deve ter desvios onde sejam possiveis paragens intermédias. É um  assunto que deve interessar aos autarcas. Esta linha virá a ser a mais  importante linha ferroviária portuguesa.&amp;nbsp; O que temos, agora, é de pensar  muito bem o seu trajecto.&lt;br&gt;Em qualquer caso, a travessia  ferroviária do Tejo não pode ser decidida sem simultaneamente ser decidido  o&amp;nbsp; trajecto desta linha à saida de Lisboa.&amp;nbsp; &lt;br&gt;A solução  da ponte para o Barreiro parece estar associada&amp;nbsp; à ideia da futura linha  para o Porto seguir para o Norte pelo vale do Trancão.&amp;nbsp; Quem se interessar  por este assunto deve olhar a carta topográfica&amp;nbsp; 34.B , 1/50.000 , editada  pelo Instituto Geográfico Cadastral, onde verá, imediatamente, que este trajecto  é, senão quase impossivel, pelo menos altamente inconveniente.&amp;nbsp; Outras  travessias, em particular as próximas de Alverca, são conciliáveis com a  passagem da futura linha para o Porto serguir pela margem Esquerda do Tejo até  perto da Chamusca.&amp;nbsp; Este parece ser o trajecto mais económico e mais  conveniente em termos de planeamento geral dos nossos Caminhos de  Ferro.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br&gt;Felizmente,  não estamos&amp;nbsp; pressionados, e dispomos de tempo (de dois, três, ou mesmo  mais anos)&amp;nbsp; para estudar convenientemente estes assuntos fundamentais para  o país e para a região de Lisboa (o da travessia do Tejo, o da linha de bitola  europeia para o Norte, e o dos acessos ao novo aeroporto.) &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;5- O fecho da golada. Há quem se recorde de na maré baixa ir a pé pelo areal  até ao farol do Bugio.Mas, depois, tivemos pouco cuidado. Retirou-se areia e  deixou-se que passassem correntes entre o farol e a terra. Estas correntes estão  a fazer recuar a linha da costa na Costa da Caparica. Os esforços para travar  este recuo, com espigões e transporte de pedras e de areia, são simples  paleativos. Para proteger a Caparica é necessário fechar a golada, isto é,  estabelecer uma&amp;nbsp; contínuidade entre a terra e o farol. Consolidada por um  paredão, esta linha pode proteger em definitivo a Caparica e ganhar terrenos ao  mar. Numa altura em que estão são pensadas grandes obras de construção civil,  esta obra não pode ser esquecida.  &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;6 – Outra obras em Lisboa e no estuário do Tejo. A Câmara Municipal de  Lisboa têm-se referido a algumas obras importantes mas, dum modo geral, não  particularmente&amp;nbsp; urgentes, e algumas, talvez, nem sequer benéficas.&amp;nbsp;  Assim, por exemplo, a linha de Cascais enterrada em Belém permite a quem visite  os Jerónimos ter uma melhor vista sobre o Tejo, mas obriga&amp;nbsp; todos os  utentes da linha de Cascais (em muito maior número) a viajarem&amp;nbsp; por um  tunel e a perderem&amp;nbsp; as maravilhosas vistas para os Jerónimos,&amp;nbsp; e para  o Tejo. É conveniente que os municipes e os autarcas de Lisboa discutam estes e  outros problemas, mas sem perder de vista os problemas globais do estuário.  Há&amp;nbsp; um problema que&amp;nbsp; pela que pela sua complexidade&amp;nbsp; será  sempre&amp;nbsp;&amp;nbsp; da&amp;nbsp; responsabilidade do poder central: o de uma  nova&amp;nbsp; ligação rodoviária entre as duas margens do Tejo.&amp;nbsp; A ponte 25 de  Abril aproxima-se da saturação. Daqui a alguns anos,&amp;nbsp; quando for necessário  reparar o seu pavimento, teremos um problema muito dificil se não tivermos uma  alternativa.&amp;nbsp; Esta alternativa poderá, eventualmente, ser a de um tunel  rodoviário da Trafaria a Algés. No IST já houve um primeiro seminário técnico  com peritos internacionais para estudar esta solução que terá, naturalmente, que  ser comparada&amp;nbsp; com outras. No caso da solução adoptada vir a ser a do tunel  Trafaria Algés, ela obriga, conjugada com o fecho da golada,&amp;nbsp; a um estudo  urbanistíco do lado Oeste do Concelho de Almada. &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;7- A linha de bitola europeia de Aveiro a Vilar Formoso. Temo-nos atrasado  no estudo da linha acordada com os espanhois na Cimeira Ibérica de 2003. O  problema dos camionistas recentemente impedidos de entrar em Espanha em Vilar  Formoso veio chamar a atenção para a importância internacional desta linha, que  não será&amp;nbsp; destinada&amp;nbsp; a comboios TGV&amp;nbsp; mas é fundamental para o  trânsito para o centro da Europa das nossas mercadorias. Se não fizarmos esta  linha, as nossas mercadorias do Norte seguirão para o centro da Europa, por  Vigo.&amp;nbsp; Perdemos também o benefício do trânsito pelo porto de Aveiro das  mercadorias do centro de Espanha.&amp;nbsp; &lt;br&gt;Há  actualmente&amp;nbsp; um polo capaz de pensar os problemas ferroviários do Norte  centrado na Escola de Engenharia do Porto, que retoma uma antiga tradição,&amp;nbsp;  e que estudará estes problemas.&amp;nbsp; Com um olhar de longe, permito-me dizer  que, na sequência da linha de Vilar Formoso a Aveiro,&amp;nbsp; convirá&amp;nbsp;&amp;nbsp;  construir um troço de bitola europeia de Aveiro a Gaia,&amp;nbsp; mais tarde  integravel na futura linha para Lisboa, mas, desde logo, utilíssimo para o  transito suburbano,&amp;nbsp; e que permita reintroduzir o hábito de viajar de  comboio do Porto para a Beira Alta.&amp;nbsp; E quando olho o mapa da Penisula  Ibérica, penso que deviamos propor uma espécie de &amp;quot;Estrada de Santiago  ferroviária&amp;quot;, que ligasse a Corunha, Santiago de Compustela, Vigo, Braga, Porto,  Aveiro, Viseu, Guarda, Salamanca,&amp;nbsp; Valladolid, Burgos, San Sebastián.&amp;nbsp;  Seria uma linha util&amp;nbsp; para as&amp;nbsp; curtas, médias e longas distâncias. Uma  condição fundamental&amp;nbsp; para ser rentavel e se inserir na Geografia e neste  caso também na História. &lt;br&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;António Brotas&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;Professor Jubilado do IST&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7660929060394649975-8992049489769842645?l=terceiratravessia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/feeds/8992049489769842645/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7660929060394649975&amp;postID=8992049489769842645' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/8992049489769842645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/8992049489769842645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/2008/06/as-grandes-obras-pblicas-por-antnio.html' title='AS GRANDES OBRAS PÚBLICAS, por António Brotas'/><author><name>Terceira Travessia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18417861864639491499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7660929060394649975.post-6072116681086292362</id><published>2008-06-09T08:43:00.000-07:00</published><updated>2008-06-09T08:44:26.154-07:00</updated><title type='text'>O Troço TGV Caia Poceirão, por António Brotas</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial; font-size: 13px; "&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Caro Rui Rodrigues,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;O seu texto (JORNAL PUBLICO 8 de Junho de 2008) noticia o lançamento, no dia 2 de Junho, do Concurso Público Internacional para construção do troço de bitola europeia de Caia ao Poceirão, com 167 km, o que me parece ter sido uma medida acertada e oportuna.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Diz, adicionalmente, que : " Foi anunciada, também, uma nova via convencional, só para mercadorias, Évora-Caia, com 92 km, paralela à via de AV, a ligar à rede existente em Évora e que fará parte da linha Sines-Évora-Elvas- Badajoz. ... &lt;em&gt;esta nova linha será em bitola polivalente e nela será aplicada inicialmente só a bitola ibérica &lt;/em&gt;...."   .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Estas novas linhas parecem-me, de facto, um erro, mas, lendo o seu texto, vejo que elas não foram ainda decididas, mas unicamente anunciadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Penso que é necessário  estudar muito seriamente as novas linhas do Alentejo antes de lançar um concurso irreversivel que nos faça gastar tempo e dinheiro com novas linhas que depois fiquem "às moscas".&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Não creio  que  nenhuma nova grande decisão sobre estes assuntos venha a ser tomada nos tempos mais próximos, pelo que me permito manter um razoavel optimismo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Há, no entanto, uma questão, de que já falamos bastante, e em que creio ter sido o Rui Rodrigues o primeiro a chamar-me a atenção, que é a do prolongamento (com cerca de 12 a 15 km) da linha de Caia Poceirão até ao Pinhal Novo.  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Este prolongamento, com custos relativamente diminutos e que será certamente um dia feito, terá, como o Rui Rodrigues tem insistido, vantagens imediatas e muito significativas se for for feito nos tempos mais próximos. Os seus textos têm sido uteis para este efeito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Penso que uma decisão do governo para o construir este prolongamento, ou pelo menos, para mandar fazer o seu estudo terá uma larga concordância nacional.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Tenho tentado chamar a atenção das Câmaras, nomeadamente as de Lisboa e Évora para este assunto e acredito que uma decisão  sobre ele venha a ser tomada num prazo relativamente curto. Em qualquer caso, antes de outras decisões muito mais polémicas e que exigem estudos e ponderações muito mais complexas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Com as melhores saudações&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;António Brotas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7660929060394649975-6072116681086292362?l=terceiratravessia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/feeds/6072116681086292362/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7660929060394649975&amp;postID=6072116681086292362' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/6072116681086292362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/6072116681086292362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/2008/06/o-troo-tgv-caia-poceiro-por-antnio.html' title='O Troço TGV Caia Poceirão, por António Brotas'/><author><name>Terceira Travessia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18417861864639491499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7660929060394649975.post-6784445682575233069</id><published>2008-06-09T04:27:00.000-07:00</published><updated>2008-06-09T04:47:28.115-07:00</updated><title type='text'>A linha de Lisboa a Madrid e as linhas do Alentejo - António Brotas</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: arial; font-size: 13px; "&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; "&gt;"Texto enviado para um jornal do Alentejo em 26 de Maio"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;A linha de Lisboa a Madrid e as linhas do Alentejo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;A possivel entrada em funcionamento dentro de poucos anos da linha de bitola europeia do Poceirão a  Badajóz tem uma importância imensa para a nossa economia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;No Poceirão está prevista uma plataforma logística. Com a nova linha, a nossa rede  de bitola ibérica (que converge no Poceirão) fica ligada à rede europeia de bitola europeia (“standard”) e as nossas mercadorias poderão seguir por ferrovia até à Polónia. Sem a nova linha, nem atravessariam a nossa fronteira  &lt;br /&gt;quando daqui a alguns anosa a Espanha suprimir as linhas de bitola ibérica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;A linha do Poceirão a Caia será integrada ( integralmente ou em parte – depende da futura travessia ferroviária do Tejo) na futura linha de Lisboa a Madrid, por onde circularão comboios TGV.  Mas, para além dos comboios de mercadorias e dos TGV, por esta  linha circularão  os comboios locais  de passageiros. Esta função, que tem sido algo esquecida, deve ser considerada agora que a linha está a ser projectada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;É esta linha que irá reabituar os alentejanos a andar de comboio. Para isso deve ter estações perto de Vendas Novas, Montemor o Novo e Évora.  Os comboios TGV destinados a Madrid não pararão, obviamente, em todas estas terras. Nem passarão a 300 km/h  nas suas estações. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Devem ser previstos desvios e neles construidas as estações onde poderão parar e ficar estacionados os comboios de trânsito local e de mercadoria . A avaliar pelos mapas que vejo nos jornais é assim que os espanhois estão a fazer em Mérida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;São os comboios de mercadorias e os de trânsito local que tornam imprescindivel e  podem rentabilizar económicamente a nova linha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;O acrescento (de cerca de 12 km)  do Poceirão ao Pinhal Novo (onde há uma estação da FERTAGUS) deve ser feito desde já  para os novos comboios poderem  começar a circular no Alentejo sem esperar pela travessia ferroviária do Tejo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;A linha do Poceirão a Caia deve ter as mesmas características da linha de Caia a Madrid  porque tem as mesmas  funções.   É por isso para mim surpreendente que se fale na construção de uma linha de bitola ibérica de Caia a Évora.  É também para mim surpreendente, que se fale numa linha directa de Sines a Évora.  O Porto de Sines tem de ter uma ligação ferroviária ao Poceirão para comboios de mercadorias. Quando esta ligação estiver pronta, as mercadorias seguirão de Sines para Espanha passando pelo Poceirão e não são as mercadorias que vão para o Poceirão que têm de passar primeiro por Évora.  Penso, assim, que estas linhas devem  ser repensadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;António Brotas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Professor Jubilado do ISt&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7660929060394649975-6784445682575233069?l=terceiratravessia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/feeds/6784445682575233069/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7660929060394649975&amp;postID=6784445682575233069' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/6784445682575233069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/6784445682575233069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/2008/06/linha-de-lisboa-madrid-e-as-linhas-do.html' title='A linha de Lisboa a Madrid e as linhas do Alentejo - António Brotas'/><author><name>Terceira Travessia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18417861864639491499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7660929060394649975.post-1708045709197555531</id><published>2008-05-27T17:10:00.001-07:00</published><updated>2008-05-27T17:20:17.305-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Luís Leite Pinto'/><title type='text'>Uma panorâmica sobre a TTT, por Luís Leite Pinto</title><content type='html'>&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.somosportugueses.com/ppt/lpintoTTT.pps"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Veja o PowerPoint do Engº Luís Leite Pinto que apresenta uma panorâmica das diversas soluções para Terceira Travessia do tejo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(1800 Kb)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7660929060394649975-1708045709197555531?l=terceiratravessia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/feeds/1708045709197555531/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7660929060394649975&amp;postID=1708045709197555531' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/1708045709197555531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/1708045709197555531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/2008/05/uma-panormica-sobre-ttt-por-lus-leite.html' title='Uma panorâmica sobre a TTT, por Luís Leite Pinto'/><author><name>Terceira Travessia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18417861864639491499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7660929060394649975.post-3175163431653688510</id><published>2008-05-27T04:06:00.000-07:00</published><updated>2008-05-27T09:23:59.308-07:00</updated><title type='text'>Mega Lisboa e Terceira travessia, por Paulino Pereira</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3DtVbm0TI/AAAAAAAAAH0/us5TXVRKi6g/s400/-1.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 320px;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3DtVbm0TI/AAAAAAAAAH0/us5TXVRKi6g/s400/-1.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.somosportugueses.com/ppt/lpintoTTT.pps"&gt;Veja o PowerPoint&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(1800 Kb)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="7446033200733107896"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Resumo da intervenção do Prof. Paulino Pereira (IST) na Sociedade de Geografia em Março de 2008&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1. Mais travessias sobre o rio Tejo a ligar as 2 margens do rio na zona da Mega-Lisboa&lt;br /&gt;A cidade de Lisboa não é só o Município de Lisboa (e ainda menos só o Terreiro do Paço)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Daqui resulta a noção de Mega-Lisboa (Mega-Lisboa é a Área Metropolitana de Lisboa +concelhos em vias de terciarização)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há movimentos pendulares dos concelhos limítrofes para o concelho de Lisboa&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há movimentos pendulares do concelho de Lisboa para os concelhos limítrofes&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Já há muitos movimentos pendulares entre concelhos limítrofes &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mega-Lisboa deveria ter gestão autónoma, ou seja dever-se-ia acabar com os presidentes das Câmaras dos concelhos da Mega-Lisboa e eleger um Presidente da Mega Lisboa (os actuais Presidentes das Câmaras seriam os Presidentes das Freguesias da Mega Lisboa)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É necessário fazer novas travessias do rio Tejo na região de Lisboa, para juntar as duas partes deLisboa (margem Norte e margem Sul)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É necessário que Mega Lisboa tenha uma massa crítica demográfica de 5 milhões de habitantes em meados do século 21 para ser concorrencial em termos europeus&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para criar estrutura urbana coesa é necessário coser as 2 margens, com travessias ferroviárias ecom travessias rodoviárias (quanto mais, melhor…)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3DtVbm0TI/AAAAAAAAAH0/us5TXVRKi6g/s1600-h/-1.gif"&gt;&lt;/a&gt;Estudos GATTEL (1991)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Dos estudos do GATTEL, verifica-se que as travessias a fazer a breve trecho são as seguintes:&lt;br /&gt;• Chelas Barreiro (vocação predominantemente ferroviária, mas pode ter componenterodoviária)&lt;br /&gt;• Algés Trafaria (vocação predominantemente rodoviária)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;2. Alternativas em túnel e em ponte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;a)Alternativa 1 – Túneis&lt;br /&gt;Seria preferível travessias em túnel, por razões paisagísticas e para não afectar o belo panoramado Estuário (embora mais cara)&lt;br /&gt;Soluções em túnel pelo substracto rochoso (abaixo das aluviões) são muito compridas e obrigama estruturas muito feias e grandes (os edifícios de ventilação)&lt;br /&gt;Soluções em túnel, assente sobre aluviões (caixões prefabricados de betão ou tubulões de aço), implicam que se encontre camada arenosa com características de suporte e que não sofra assentamentos diferenciais&lt;br /&gt;Zona do Mar da Palha (travessias Chelas-Barreiro e Beato-Montijo) – não parece ser possível(lodos argilo-siltosos e silto-arenosos, zona de Barreiro, problema de sedimentos contaminadospela indústria química)&lt;br /&gt;Tenho proposto solução de túnel assente sobre aluviões para a travessia Algés-Trafaria, desde que se encontre essa tal camada arenosa com características de suporte (dr. Ricardo Oliveira, COBA, que fez estudos sedimentológicos do rio Tejo, no âmbito da sua tese para especialista doLNEC, na década de 60, diz que mesmo aí não é possível).&lt;br /&gt;Só a realização de sondagens poderá confirmar essa possibilidade de solução) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3Dblbm0SI/AAAAAAAAAHs/EaiLU1XoHKw/s400/0.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 320px;" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3Dblbm0SI/AAAAAAAAAHs/EaiLU1XoHKw/s400/0.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3Dblbm0SI/AAAAAAAAAHs/EaiLU1XoHKw/s1600-h/0.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;b) Alternativa 2 – Ponte&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;b1) Ponte Beato-Montijo&lt;br /&gt;Não serve população da margem Sul da Mega-Lisboa (zona central), só serve aeroporto e AVF(Alta Velocidade Ferroviária) com nó em Canha&lt;br /&gt;Frankfurt - com S-Bahn, U-Bahn e ICE (alta velocidade alemã) - só 27% vão de comboio para aeroporto&lt;br /&gt;Paris Charles de Gaulle com comboio suburbano e TGV, só 20% vão de comboio para aeroporto&lt;br /&gt;Aeroporto de Canha (incorrectamente apelidado de Alcochete) – estudo propõe 35%, 40% e atése fala em 50% a ir de comboio para o Aeroporto (parece pouco credível…)&lt;br /&gt;Não se faz uma travessia (corredor ou túnel) para servir só um aeroporto…&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;b2) Ponte Algés-Trafaria&lt;br /&gt;Serve população da margem Sul da Mega-Lisboa (zona Poente), nunca serve aeroporto (semudado de local), nunca serve AVF (Alta Velocidade Ferroviária)&lt;br /&gt;Descongestiona a ponte 25 de Abril&lt;br /&gt;Prevista já no tempo de Salazar (década de 60), em alternativa à ponte 25 de Abril&lt;br /&gt;Ponte suspensa (=ponte 25 de Abril)&lt;br /&gt;Ponte com componente rodoviária essencial (=ponte 25 de Abril)&lt;br /&gt;Pode ter componente ferroviária acessória (=ponte 25 de Abril)&lt;br /&gt;Inserção na margem Norte: vertente Oeste da serra de Monsanto&lt;br /&gt;Inserção na margem Sul: Alto da Trafaria&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;b3) Ponte Chelas Barrreiro&lt;br /&gt;Serve população da margem Sul da Mega-Lisboa, serve aeroporto (se mudado de local), serve AVF (Alta Velocidade Ferroviária)&lt;br /&gt;Ponte com componente ferroviária essencial: TGV, suburbanos, shuttle aeroporto&lt;br /&gt;Ponte com componente rodoviária acessória (pode ser feita depois de 2 a 3 anos de início deexploração ferroviária, para “acalmar” a concessionária da ponte Vasco a Gama)&lt;br /&gt;Inserção na margem Norte: defendo um corredor mais a Poente do proposto pela RAVE,entrando pelo Vale.&lt;br /&gt;• componente ferroviária - serve bem linha de cintura; serve bem nova estação de Lisboa-Norte (Lisboa-Chelas);&lt;br /&gt;• componente rodoviária - serve bem “Circular da Ponte” do Plano de Urbanização de Duarte Pacheco (avenida Estados Unidos da América – avenida das Forças Armadas –nó de Sete Rios).&lt;br /&gt;Inserção na margem Sul: defendo o corredor tradicional, por cima da zona industrial doBarreiro.Estrutura da ponte: atirantada (preferível)&lt;br /&gt;• Ponte principal (cala Norte): o vão pode ser igual ao da Ponte Vasco da Gama e alturade 40 a 50 m acima do plano de água&lt;br /&gt;• Pendente de Norte para Sul&lt;br /&gt;• Ponte secundárias: cala Sul): o vão pode ser igual ao da Ponte Vasco da Gama e alturade 30 m ou menos acima do plano de água&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3. Proposta ferroviária na Península de Setúbal&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3DQlbm0RI/AAAAAAAAAHk/Ac7rvor8FP4/s1600-h/1.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3DQlbm0RI/AAAAAAAAAHk/Ac7rvor8FP4/s400/1.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 320px;" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3DQlbm0RI/AAAAAAAAAHk/Ac7rvor8FP4/s400/1.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;3.1 Linha de bitola europeia (a encarnado) = linha de alta velocidade&lt;br /&gt;Linha Lisboa – Évora – Badajoz – Madrid&lt;br /&gt;Linha shuttle entre 2 aeroportos (AEROPORTO Lisboa – Portela e AEROPORTO Lisboa –Setúbal), com paragens em estação de Lisboa Norte e Barreiro&lt;br /&gt;Linha suburbanos da região Sul da Mega-Lisboa&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;3.2 Estações de CF na Mega-Lisboa&lt;br /&gt;a) Estação Central de Lisboa – Norte&lt;br /&gt;Localização em Chelas (e não na Gare do Oriente como RAVE defende, embora essa alternativaseja sempre possível se se expropriarem os terrenos a Oeste)&lt;br /&gt;Estação só para passageiros&lt;br /&gt;b) Estação Central de Lisboa – Sul&lt;br /&gt;Localização no Aeroporto Lisboa-Setúbal (passageiros), e ao lado da plataforma logística doPoceirão (mercadorias).&lt;br /&gt;c) Estação no Aeroporto de Lisboa-Portela&lt;br /&gt;d) Estação de sub-urbanos, Barreiro&lt;br /&gt;Qualquer estação poderá ser um espaço polivalente, com centro comercial, zona de serviços,zonas de restauração, hotéis, etc..&lt;br /&gt;Estação é um investimento que atrai investidores, nomeadamente do sector imobiliário&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;3.3 Linha de shuttle Aeroporto-Portela (Norte) e Aeroporto Lisboa-Setúbal (Sul)&lt;br /&gt;Serve passageiros dos aeroportos&lt;br /&gt;Serve Mega-Lisboa e centro de Lisboa&lt;br /&gt;Serve investidores dos aeroportos que rendibilizam melhor o projecto&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;3.4 Área de reserva de infraestruturas logísticas e de transportes&lt;br /&gt;Prever zona de reserva (defini um quadrilátero com verticais em Pinhal Novo e Marateca eestendendo-se desde o rio Tejo ao rio Sado)&lt;br /&gt;Considerar zonas de protecção ambiental&lt;br /&gt;Gestão autónoma das autarquias&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3C-Vbm0QI/AAAAAAAAAHc/r0QoPzfND6w/s1600-h/2.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3C-Vbm0QI/AAAAAAAAAHc/r0QoPzfND6w/s400/2.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 320px;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3C-Vbm0QI/AAAAAAAAAHc/r0QoPzfND6w/s400/2.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;3.4 Aeroportos na Mega-Lisboa:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;a) AEROPORTO Lisboa – Portela&lt;br /&gt;O actual, sem base militar e só para passageiros (retirar mercadorias)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;b) AEROPORTO Lisboa – Setúbal&lt;br /&gt;Algures dentro do quadrilátero Pinhal Novo – Faias – Marateca – porto de Setúbal, comgeocentro em Poceirão&lt;br /&gt;Construção faseada do Aeroporto Lisboa-Setúbal: 1º pista para low-cost e mercadorias; depoisaeroporto completo à medida das necessidades e da procura;&lt;br /&gt;Aeroporto bem servido por rede rodoviária convencional&lt;br /&gt;Aeroporto bem servido por rede de alta velocidade rodoviária (auto-estradas), está junto do nóda Marateca (cruzamento do eixo Porto – Algarve com eixo Lisboa – Évora – Badajoz)&lt;br /&gt;Aeroporto bem servido por rede ferroviária convencional, junto de nó do Poceirão, com ligaçãoa porto de Setúbal e Sines; e junto do nó de Pegões, com ligação a Setil e Norte, porto de Sines,Alentejo e Algarve)&lt;br /&gt;Aeroporto bem servido por rede ferroviária de alta velocidade (linha Lisboa – Évora – Badajoz– Madrid)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;c) Aeroporto Militar no Montijo (actual base aérea), eventualmente remodelando a pistaprincipal para ser paralela à do aeroporto de Lisboa-Setúbal (orientação Norte-Sul preferencial)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;d) Aeroporto em Canha (proposta da CIP)&lt;br /&gt;É a pior localização da margem Sul (mas mesmo assim é melhor do que a Ota…)&lt;br /&gt;Localização na Ota é péssima; localização em Canha (Alcochete CIP) é má; localização na zonaPinhal Novo – Poceirão – Faias é bom&lt;br /&gt;Está a quase 50 km de distância de LisboaEstá ainda mais longe para os maiores utilizadores do aeroporto que são os residentes emOeiras, Cascais e Sintra&lt;br /&gt;Está longe dos nós da linha ferroviária tradicional (Poceirão, Pegões)Está longe da linha rodoviária de alta velocidade (nó da Marateca)&lt;br /&gt;Está longe da plataforma logística do Poceirão&lt;br /&gt;Está longe do porto de Setúbal e do porto de Sines&lt;br /&gt;Necessário mudar localização do Aeroporto para E ou para SW como preconizado no relatóriodo LNEC (eventualmente será necessário fazer permuta de terrenos entre terrenos do campo de tiro de Alcochete e zona mais favorável para o Aeroporto. Investidores preferem porque ficam mais próximo do rio)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;3.5 Linha de Alta Velocidade Ferroviária (AVF)&lt;br /&gt;Chega ao centro de Lisboa (e Lisboa não é um ramal)&lt;br /&gt;Segue pelo traçado RAVE na margem Sul (Barreiro – Poceirão – Évora – Badajoz – Madrid)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;a) Linha de AVF Lisboa – Porto&lt;br /&gt;Estações têm de passar pelo centro das cidades (em bypass associado a passagem directa naperiferia das cidades) (não concordo com estações de AV a 20 km das cidades como propostopela RAVE)&lt;br /&gt;Linha deve ser preparada para passageiros e mercadorias (traçado em planta e em perfillongitudional compatíveis)&lt;br /&gt;Trecho Lisboa Porto - pode seguir pelo corredor Estação Central de Lisboa – Norte (Chelas) –Aeroporto de Lisboa-Portela – Loures – Malveira – Torres Vedras – Caldas da Rainha – Leiria,paragens de AV – só Lisboa e Leiria)Aproveita-se para fazer linha de sub-urbanos e para AVFServe a Mega-Lisboa&lt;br /&gt;De Leiria segue pelo corredor RAVE, a Oeste dos Candeeiros&lt;br /&gt;Importante a chegada ao Porto e ao centro do Porto e ao aeroporto de Pedras Rubras (não discutir agora)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3Calbm0PI/AAAAAAAAAHU/UCH6jcjd-S4/s400/3.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 320px;" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3Calbm0PI/AAAAAAAAAHU/UCH6jcjd-S4/s400/3.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3Calbm0PI/AAAAAAAAAHU/UCH6jcjd-S4/s1600-h/3.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Jorge Paulino Pereira&lt;br /&gt;Março de 2008 &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7660929060394649975-3175163431653688510?l=terceiratravessia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/feeds/3175163431653688510/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7660929060394649975&amp;postID=3175163431653688510' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/3175163431653688510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/3175163431653688510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/2008/05/mega-lisboa-e-terceira-travessia-por.html' title='Mega Lisboa e Terceira travessia, por Paulino Pereira'/><author><name>Terceira Travessia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18417861864639491499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_JkJYgHblxsw/R_3DtVbm0TI/AAAAAAAAAH0/us5TXVRKi6g/s72-c/-1.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7660929060394649975.post-7716593652378032080</id><published>2008-05-26T07:57:00.000-07:00</published><updated>2008-05-26T08:01:02.419-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alcochete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='NAL'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lisboa'/><title type='text'>ADFER promove sessões sobre o NAL, Prof. Paulino Pereira</title><content type='html'>A ADFER vai promover uma série de sessões sobre o Novo Aeroporto Internacional de Lisboa que serão intituladas *"Novo Aeroporto Internacional de Lisboa.&lt;br /&gt;Vantagens e desvantagens da sua localização em Canha (Campo deTiro de Alcochete)"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Elas surgem na sequência das sessões efectuadas em Maio de 2006 sobre o "Novo Aeroporto Internacional de Lisboa. Vantagens e desvantagens da sua localização na Ota", que foram objecto de grande discussão e que tanta repercussão tiveram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para estas novas sessões, foram convidados os mesmos oradores dos encontros anteriores (com excepção do eng. Reis Borges, entretanto falecido).&lt;br /&gt;No entanto, por dificuldades de agenda ou por outra razão, terá de haver ajustamentos ao figurino dos encontros anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*A primeira sessão, promovida no Instituto Superior Técnico, decorrerá no Auditório do Centro de Congressos (Av. Rovisco Pais, Lisboa, IST), no dia 28 de Maio de 2008 (4ª feira), pelas 14 h.*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os oradores (todos confirmados) serão os seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Luis Costa Lobo&lt;br /&gt;Prof. António Brotas&lt;br /&gt;Prof. Diogo Pinto&lt;br /&gt;Prof. Fernando Nunes da Silva&lt;br /&gt;Prof. Jorge Paulino Pereira.&lt;br /&gt;O Prof. José Viegas comunicou que tinha uma visita de estudo com os alunos e que não poderia estar presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda sessão,decorrerá no Auditório do Metropolitano de Lisboa (Alto dos Moinhos), no dia 18 de Junho de 2008 (4ª feira), pelas 20,30 h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram convidados os seguintes oradores:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Jorge Paulino Pereira, que fará a apresentação do tema&lt;br /&gt;Eng. João Cravinho (convidado mas que ainda não garantiu a sua presença)&lt;br /&gt;Eng. Pompeu dos Santos (convidado mas que ainda não garantiu a sua presença)&lt;br /&gt;Eng. José Almada&lt;br /&gt;Comandante Lima Bastos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terceira sessão decorrerá no Auditório do Metropolitano de Lisboa (Alto dos Moinhos), no dia 25 de Junho de 2008 (4ª feira), pelas 20,30 h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram convidados os seguintes oradores (todos confirmados):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eng. Oliveira Martins&lt;br /&gt;General Narciso Mendes Dias&lt;br /&gt;Eng. Arménio Matias&lt;br /&gt;Eng. Luis Coimbra&lt;br /&gt;Eng. JoséTeles de Menezes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de cada sessão haverá um *período de discussão aberto* aos participantes da plateia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrada para qualquer das sessões é Livre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7660929060394649975-7716593652378032080?l=terceiratravessia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/feeds/7716593652378032080/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7660929060394649975&amp;postID=7716593652378032080' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/7716593652378032080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/7716593652378032080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/2008/05/adfer-promove-sesses-sobre-o-nal-prof.html' title='ADFER promove sessões sobre o NAL, Prof. Paulino Pereira'/><author><name>Terceira Travessia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18417861864639491499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7660929060394649975.post-7966277105592643081</id><published>2008-05-23T11:54:00.000-07:00</published><updated>2008-05-23T11:55:09.395-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TGV'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='travessia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tejo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='António Brotas'/><title type='text'>Com respeito à travessia Ferroviária do Tejo - António Brotas</title><content type='html'>Considero que esta travessia é em absoluto necessária, mas que não urgente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Aconselho a quem se interessar por este assunto a ler o artigo publicado no último número (de Maio/Junho) da revista “Logística hoje” com o relato do encontro promovido sobre este tema pela Sociedade de Geografia de Lisboa, no passado dia 13 de Março, em que foram analisadas 4 possiveis localizações  para esta travessia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De momento acho que devem ser considerar estas 4 localizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou, neste encontro, discutir qual delas  poderá  ser a preferivel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas permito-me dizer  que é em absoluto impossivel – não tem o mínimo sentido -, decidir a nova travessia ferroviária do Tejo sem simultaneamente decidir o trajecto do futuro TGV de Lisboa para o Porto, que não é de modo nenhum urgente, mas que um dia será feito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 4 de Junho  haverá na Sociedade de Geografia de Lisboa um encontro sobre “Os impactos sobre Lisboa da travessia ferroviária do Tejo e da chegada do TGV à cidade.”  Penso  desejavel que noutros municípios, nomeadamente no Barreiro e em Vila Franca , sejam feitos debates semelhantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo certo que todas as possiveis travessias têm impactos ambientais, penso que as  associações ambientalistas devem ser convidadas a estudar o assunto e a pronunciarem-se previamente sobre qual a localização, ou localizações, que, do ponto de vista ambiental, acham preferivel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos tempo para estudar estes assuntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mais recentes notícias de Espanha revelam que há algum atraso na construção da linha  de Badajoz a Madrid.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos, do nosso lado, concentrar-nos na construção da linha de Badajoz ao Pinhal Novo (com passagem pelo Poceirão) que tem, desde logo, imensas vantagens para nós. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com esta linha construida, fica assegurada a ligação por TGV de Madrid à Àrea Metropolitana de Lisboa (que tem 2 milhões e meio de habitantes) . É mais facil ir de manhã de carro de Cascais ao Pinhal Novo, do que de Cascais às Olaias. A ligação a Lisboa ( que tem 650 mil habitantes) pode assim ficar para mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                    António Brotas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7660929060394649975-7966277105592643081?l=terceiratravessia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/feeds/7966277105592643081/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7660929060394649975&amp;postID=7966277105592643081' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/7966277105592643081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/7966277105592643081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/2008/05/com-respeito-travessia-ferroviria-do.html' title='Com respeito à travessia Ferroviária do Tejo - António Brotas'/><author><name>Terceira Travessia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18417861864639491499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7660929060394649975.post-2740142096839290085</id><published>2008-05-23T09:45:00.000-07:00</published><updated>2008-05-23T09:39:22.361-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='travessia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lisboa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='interesse nacional'/><title type='text'>Cá vamos nós, outra vez!</title><content type='html'>A proposta de situar a Terceira Travessia do Tejo no chamado “corredor Chelas-Barreiro” é um erro cujos motivos profundos ninguém explicou cabalmente, muito embora o debate já esteja lançado por personalidades de relevo na vida nacional desde 2002, nomeadamente o prof. António Brotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A configuração inicial da Ponte, com colossais dimensões (690 mts de vão central), não cumpria os requisitos de vão navegável e altura livre de navegação, exigidas pela APL-Administração do Porto de Lisboa até Maio de 2005; interferia com a operação das 2 pistas da Base Aérea nº6 do Montijo, 01/19 e 08/26; no formato somente ferroviário (2 vias em bitola ibérica e 2 vias para a alta velocidade) custaria no mínimo 2000 milhões de euros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ultima versão conhecida, de Janeiro de 2008, e à medida que se conheceram os problemas da travessia, a ponte foi "encolhida" para caber no preço anunciado (1,2 mil milhões euros), para se adequar à Base aérea nº6 do Montijo e para não arrasar o bairro de Marvila. Mas mesmo com este "encolhimento", a ponte projectada prejudica a manobrabilidade no "coracão" do Porto de Lisboa e a navegabilidade do rio a montante; a operação do futuro cais de paquetes fica afectada em muitas das manobras; o assoreamento no Mar da Palha será uma consequência de mais pilares nesta zona do rio. E mais ainda: a ponte funciona mal para a localização previsível do NAL no Campo de Tiro de Alcochete; na versão também rodoviária, agora projectada, injecta tráfico em Lisboa, quando mais de 50% do tráfego que atravessa a Ponte 25 de Abril para Norte se dirige para os concelhos de Cascais, Oeiras, Sintra, Amadora e Loures; articula-se mal com as plataformas logísticas a construir no Poceirão, na Bobadela, em Castanheira do Ribatejo e ainda com as ligações ferroviárias aos portos de Sines e Setúbal;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isto, surge este blog que quer contribuir para a definição da melhor localização possível da TTT, integrando-a numa “Visão” da Área Metropolitana de Lisboa e do Estuário do Tejo, o que implica uma reflexão sobre os respectivos limites geográficos “óptimos”, segundo a perspectiva dos seus habitantes e seus agentes culturais e económicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será feito um esforço para demonstrar que a relação custos-benefício da TTT - ponte ou túnel – dependerá da sua localização e configuração para integrar todos os principais fluxos económicos, redes de transportes e actividades de softpower que caracterizam a Área Metropolitana de Lisboa, considerada, no seu contexto “interno”, e nos enquadramentos Ibérico, Europeu, Atlântico e Global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta reflexão terá a forte participação de investigadores de todas as áreas: engenheiros, economistas, paisagistas, geógrafos, historiadores, juristas e especialistas de relações internacionais. E o debate será apoiado em documentação de apoio sobre os dados fundamentais da questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisboa merece que a Terceira Travessia do Tejo seja a melhor solução possível. E o país inteiro merece que este investimento na Região de Lisboa respeite o interesse nacional num tempo em que diversas crises se avolumam sobre as nossas cabeças – desde a crise alimentar à crise financeira – em mais um desafio à democracia participativa que todos queremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mendo Henriques&lt;br /&gt;Coordenador do livro O ERRO DA OTA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7660929060394649975-2740142096839290085?l=terceiratravessia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/feeds/2740142096839290085/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7660929060394649975&amp;postID=2740142096839290085' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/2740142096839290085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/2740142096839290085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/2008/05/c-vamos-ns-outra-vez.html' title='Cá vamos nós, outra vez!'/><author><name>Terceira Travessia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18417861864639491499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7660929060394649975.post-8765123214838919330</id><published>2008-05-23T09:35:00.000-07:00</published><updated>2008-05-23T09:37:46.434-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TGV'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tejo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lisboa'/><title type='text'>Encontro sobre TTT e TGV</title><content type='html'>Está a ser organizado um encontro no dia 4 de Junho na Sociedade de Geografia sobre "Os impactos em Lisboa da Travessia ferroviária do Tejo e da chegada à cidade do TGV".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7660929060394649975-8765123214838919330?l=terceiratravessia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/feeds/8765123214838919330/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7660929060394649975&amp;postID=8765123214838919330' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/8765123214838919330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/8765123214838919330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/2008/05/encontro-sobre-ttt-e-tgv.html' title='Encontro sobre TTT e TGV'/><author><name>Terceira Travessia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18417861864639491499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7660929060394649975.post-1466803822955891709</id><published>2008-05-23T09:33:00.000-07:00</published><updated>2008-05-23T09:35:44.795-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alcochete'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='NAL'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lisboa'/><title type='text'>Sessão sobre o NAL a 28 de Maio</title><content type='html'>Sessão organizada pelo CESUR e pela ADFER sobre o Novo Aeroporto de Lisboa, a realizar no IST dia 28 de Maio de 2008 (4ª feira), às 14 h.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título da sessão: "Novo Aeroporto Internacional de Lisboa. Vantagens e desvantagens da sua localização em Canha (Campo de Tiro de Alcochete)”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Auditório do Instituto Superior Técnico (no Pavilhão de Engenharia Civil).&lt;br /&gt;Entrada livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oradores   confirmados :&lt;br /&gt; Prof. Manuel da Costa Lobo (14.30-14.00 h)&lt;br /&gt; Prof. António Brotas (14.30-15.00 h)&lt;br /&gt; Prof. Diogo Pinto(15.00-15.30 h)&lt;br /&gt; Prof. Fernando Nunes da Silva (15.30-16.00 h)&lt;br /&gt; Prof. Jorge Paulino Pereira (16.00-16.30 h)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A seguir às intervenções haverá um período de discussão aberto aos participantes da plateia.&lt;br /&gt; A sessão encerra às 18.00 h.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7660929060394649975-1466803822955891709?l=terceiratravessia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/feeds/1466803822955891709/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7660929060394649975&amp;postID=1466803822955891709' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/1466803822955891709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7660929060394649975/posts/default/1466803822955891709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://terceiratravessia.blogspot.com/2008/05/sesso-sobre-o-nal-28-de-maio.html' title='Sessão sobre o NAL a 28 de Maio'/><author><name>Terceira Travessia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18417861864639491499</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
